segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Lendo o Morro dos Ventos Uivantes


Peguei pra ler só pra ver se eu gostava e estou adorando! Sempre gostei de clássicos europeus (os made in brazuca são uma MERDA) e me apaixonei totalmente pelo Heathcliff. Tudo bem que eu sempre tive uma tendencia a adorar personagens com um certo disturbio mental (vide Sr. Darcy de Orgulho e Preconceito). Ain... é lindo de mais! RECOMENDO

“ - Não é – retrucou ela -, é o melhor. Os outros representam a satisfação de meus desejos como também a satisfação dos desejos de Edgar. E este outro refere-se a alguém que concentra tudo o que sinto por Edgar e por mim mesma. Não posso me exprimir direito; mas você, como todo mundo, deve ter a crença de que existe, ou deve existir outra vida, à nossa frente. Para que serviria eu ter existido, se ficasse inteiramente restrita aqui? Meus maiores sofrimentos neste mundo tem sido os sofrimentos de Heathcliff; fui testemunha deles e senti-os todos, desde o começo. Meu maior cuidado na vida é ele. Se tudo desaparecesse e ele ficasse, eu continuaria a existir, e se tudo o mais ficasse, e ele fosse aniquilado, eu ficaria só num mundo estranho, incapaz de ter parte dele. Meu amor por Linton é como a folhagem da mata: o tempo há de mudá-lo como o inverno muda as árvores, isso eu sei muito bem. E meu amor por Heathcliff é como as rochas eternas que ficam debaixo do chão; uma fonte de felicidade quase invisível, mas necessária. Nelly, eu sou Heathcliff. Sempre, sempre o tenho no meu pensamento. Não é como um prazer – porque eu também não sou um prazer para mim própria – mas como o meu próprio ser. Portanto, não fale mais em separação: é impraticável; [...]”


BRONTË, Emily. Os Morros dos Ventos Uivantes. Página 102.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Deprê T.T

Hoje eu estava assistindo o ensaio de pas de deux de uma amiga minha. Ela estava sem partner e por isso estava ensaiando com meu professor até conseguirem alguém e um rapaz que dançava conosco no ano passado voltou e colocaram ele para dançar.
E, vendo o esforço dele para conseguir comecei a ficar deprimida.

Porque ?

1º- Meu partner tá cagando e andando para nossa dança
2º- Ele passa uma vez a coreografia e fala que está cansado e não quer mais ensaiar
3º- Ele não é bailarino clássico

E ver o esforço desse meu outro colega doeu, pois deu para ver que a dança ficaria boa e a minha ficaria "ballezinho". Honestamente? Não nasci pra fazer ballezinho.

Eu dou o melhor de mim e minha professora só me corrige e deixa os erros dele passar batido, porque ele é novato.Eu gastei 80% do meu tempo de ensaio para ensinar a coreografia e ele nem sabe a diferença entre um atitud e um arabesque. E ele nem quer saber.

Eu tinha dito para esse meu professor que ia mostrar minha coreografia para ele amanhã mas estou com vergonha. Estou com vergonha da expressão que ele vai fazer quando vir a coisa. E estou com vergonha de me apresentar dia 29, e no festival dias 12 e 13 de Dezembro.

Depois disso me levantei e fui para a outra sala onde as meninas do pre elementary estavam passando o meu jazz. Eu dei meu sangue para criar essa coreografia já que não entendo QUASE NADA de jazz e elas estavam numa má vontade tão grande que eu quase comecei a chorar.

Joguei a calça por cima do collant e sai correndo. Ao chegar em casa eu desabei de tanto chorar. Eu não quero meu nome no folder desse ano.

T.T

Anel de Formatura


Vocês acreditam que eu estava na joalheiria ontem e descobri que existe anel de formatura para bailarino? A pedra é uma safira azul.



ADOOOOOOOOOOOORO!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Entre livros e sapatilhas

Um dia estava voltando das minhas aulas de dança e parei em um café. Era um daqueles cafés que também servem de livraria, imitando os europeus. Comecei a andar entre os livros e olhar as lombadas, a maioria eram livros conhecidos, ficções juvenis para um público pouco seleto ou romances maçantes do século XIX.

"Por favor. Tem algum livro sobre dança? De preferência sobre ballet." perguntei à vendedora

Ela me olhou dos pés a cabeça, reprovadora e com um olhar que transmitia a mais profunda repulsa. Depois voltou os olhos para a tela do seu computador e disse ríspidamente: "Não".

Abaixei os olhos intimidada e me analisei meticulosamente. Vestia um collant azul bem clarinho, sem mangas e com a alça cruzada nas costas, a calça jeans surrada, sapatilhas Melissa e os cabelos escuros presos displicentemente em um coque mal feito. Aparentava exatamente o que eu era: uma bailarina que acabava de sair da aula.

Pedi um latte com canela e me sentei em uma das mesas, pegando no caminho um exemplar já aberto de uma Vogue.

Minha bebida chegou enquanto eu olhava cobiçosamente todos aqueles pares de Manolo maravilhosos e, do nada, comecei a pensar em como ser bailarina em pleno século XXI é nostálgico. É uma verdadeira loucura, se me permitem dizer.

Você dá duro, se mata de dor tentando fazer movimentos que nenhuma pessoa "fora do ramo" conseguiria fazer e descobre que um jogador de futebol acéfalo e iletrado qualquer tem mais valor que você para o seu país e para as pessoas a sua volta.

Como disse Ernesto Gadelha, tudo no esporte pode ser quantificado. Na dança não. No meu ponto de vista, a dança tem regras, mas para ser verdadeiramente uma arte, deve ser sentida com a alma.

As vezes penso que se eu morasse na Rússia as coisas seriam diferentes. Mas, talvez lá eu seria uma gotinha de água em um oceano de talentos incríveis. Pensando bem, aqui eu também sou uma gotinha em um oceano de talentos incríveis. Mas é um oceano de talentos desperdiçados. E eu tenho uma pontinha de esperança de conseguir ser alguém. E o preconceito vai me seguir para sempre pois, desde agora com treze anos, já desisti de fazer algum um curso que é considerado "respeitável" e "rentável" pela sociedade. Vou estudar dança. Porque é algo que está gravado dentro de mim, na minha alma, no meu espírito, no meu coração.

Voltando de meus devaneios, me levantei da minha mesa, escolhi um livro que a minha professora de português sugeriu e fui pagar minha compra.

Depois que paguei a vendedora mal educada ela me perguntou:

"Mais alguma coisa?"

Nessa hora eu abri meu sorriso mais doce e disse:

"Sim. Muito obrigado. Muito obrigado por seu serviço, e por ter me dado algo para pensar, apenas com o seu olhar. Foi um prazer conhecê-la"

Ela me olhou confusa, sem entender nada do que eu disse, mas com um sorriso envergonhado no rosto.

(Texto de autoria de Ana Luiza B. Eliziário [eu mesma benhê]. Se copiar, favor colocar os créditos)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Eu fui!


Eu fui ver a apresentação do Grand Moscow Classical Ballet no Palacio das Artes, com o espetáculo Don Quixote.
FOI LINDOOOOO!



Ainda estou sem comentários *-*

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sem assunto / o homem na dança classica

Gente.... parece que todos os meus assuntos nessa semana evaporaram! O.O
A vida tem sido ballet, escola e só. Nada de festas, nada de shopping, nada de garotos (que novidade! Meu ballet é uma escassez de homem sem igual e os pirralhinhos da minha sala no colégio).
E a inspiração pra postar tá... quase inexistente! Vou colocar um texto aqui do Ernesto Gadelha sobre o homem no ballet que é sensacional.

XoXo

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Balé é mulher?
Ernesto Gadelha especial para o Vida & Arte

Há algum tempo, uma renomada rede de televisão brasileira transmitiu uma reportagem sobre a companhia de balé do Kirov, uma das mais conceituadas do mundo. Um repórter que nesta gravação trabalhava, ao ver os bailarinos durante um ensaio, teceu um comentário que, por descuido técnico, foi ao ar em cadeia nacional: "isso é coisa de veado". Não sabemos e dificilmente saberemos se isso foi uma dessas brincadeiras que se fazem entre colegas de trabalho ou se o autor de tal afirmação realmente acreditava no que estava dizendo. Certo é porém, que esse fato traduz uma ideia de certa forma generalizada em nossa sociedade com respeito ao bailarino profissional.

Levei muito tempo para vencer o preconceito que cercava qualquer atividade relacionada ao homem na dança acadêmica e comecei a tomar aulas de balé aos vinte anos de idade. Apesar de ter alcançado a profissionalização, muito lamentei ter perdido alguns preciosos anos considerando o que os outros iriam pensar caso soubessem que eu estava frequentando uma escola de balé. Hoje sei que não fui o único a vivenciar esse tipo de problema e que muitos podem ainda passar por isso. Sendo de um país povoado por bailarinos natos e no qual, em quase todas as festas e comemorações populares, dançar é quase uma necessidade, não conseguia entender de onde vinha e onde tinha começado o preconceito com respeito àqueles que se dedicavam profissionalmente à dança. Cheguei a pensar que isso fosse fruto de ignorância ou de uma falta de tradição cultural nesse campo artístico. Qual não foi minha surpresa ao chegar à Europa, berço desta arte no ocidente, e perceber que as opiniões com respeito a esse tema não diferiam muito daquelas que eu conhecia no Brasil.

Fazendo uma retrospectiva histórica da dança, percebe-se que esta, desde os primórdios da civilização, foi e continua sendo uma atividade inerente à existência humana. Esteve presente nos ritos, nos exercícios de preparação para a guerra, nas formas mais variadas de expressão popular, na educação da nobreza aristocrática, nas artes cênicas, etc. Em todas estas variantes houve sempre uma participação masculina intensa e que frequentemente chegava a suplantar a da mulher. Os papéis de destaque dos balés clássicos de toda a fase pré-romântica, por exemplo, eram dançados quase que exclusivamente por homens, e são inúmeros os nomes de bailarinos que nesta época tornaram-se astros de projeção internacional.

Somente com o advento das sapatilhas de ponta e a chegada do romantismo é que o homem foi perdendo seu espaço cênico, até tornar-se gradualmente um mero suporte para as bailarinas, cujos papéis passariam a ocupar o centro das narrativas românticas. A este período remete-se provavelmente a associação entre balé e feminilidade, associação esta que se estendeu a quase todos os outros tipos de danças teatrais ocidentais, criando uma mentalidade que ainda hoje prejudica o acesso do homem a esta atividade. No decorrer deste século muito foram os coreógrafos e bailarinos que, tanto no balé clássico como moderno, ajudaram a resgatar o espaço masculino nos palcos e popularizar esta arte junto ao público.

Percebe-se no entanto, que ainda persiste uma grande resistência por parte da sociedade em aceitar a prática da dança como um hobby ou uma opção artística normal para o homem. Prova disso é a quase inexistência de rapazes nas escolas especializadas. Insiste-se ainda em estigmatizar o balé como um amontoado de maneirismos estereotipados e uma atividade basicamente feminina. A afirmação do repórter é apenas mais uma confirmação desta mentalidade. Entretanto, alguém que tenha visto nomes como Baryshnikov ou Bujones dançando peças como "Le Corsaire'' ou "Don Quixote'', sabe que esse estigma não corresponde à realidade. O que tem a dança em si a ver com a natureza sexual dos bailarinos? Não parece um pouco fora de lugar considerar que o simples fato de exercitar-se em algum esporte ou em alguma arte marcial, tocar um instrumento, pintar ou cantar venha a mudar radicalmente o que em princípio já deveria estar formado na idade em que se iniciam estas atividades? Porque seria diferente com a dança? A arte pode sim recriar o ser humano, mas somente a partir de uma essência já existente.

Vivemos em uma sociedade mecanizada e sedentária, onde o stress faz parte do dia-a-dia e as atividades físicas tendem a reduzir-se ao mínimo necessário. Há, em contra partida, uma conscientização crescente de que o ser humano necessita de movimento para um bom funcionamento do corpo e da mente. Essa tendência, associada aos ideais de beleza física atualmente vigentes, tem ocasionado uma grande procura por algum tipo de atividade que venha a trabalhar, de uma forma ou de outra, especificamente com o corpo. Percebe-se que, entre o público feminino, a dança é uma das modalidades preferidas, coisa que não acontece em se tratando dos homens. Provavelmente estarão fazendo "body building'' ou algo parecido, que seja "conveniente'' para o gênero masculino.

Interessante é observar também que, desde a infância até a adolescência, frequentar uma escola de dança é quase um "must'' para as meninas, enquanto que a presença de garotos é praticamente inexistente neste setor. Será que todos aqueles meninos que não estão ali chegaram espontâneamente à conclusão que dançar é coisa de mulher?

Sabemos o quanto importa nos dias de hoje resultados que possam ser quantificados. Nos esportes quase tudo pode ser quantificados. Nos esportes quase tudo pode ser traduzido em números. Na dança não. Entendemos que, para os futuros "guerreiros dos números'' talvez seja importante aprender a calcular suas capacidades e seu poder de concorrência desde cedo e que seus pais se preocupem e os estimulem nesse sentido. Já na dança, o que se pode medir na dança? Em que tabela serão mensuradas coisas subjetivas que acontecem quando alguém está movendo-se literalmente com o corpo e alma e vivênciando sensações que a razão desconhece mas o corpo sente? É difícil, provavelmente impossível. Talvez seja este mais um fator marcante para que os pais prefiram pôr os meninos a se exercitarem em "esportes contábeis'', apesar da prática da dança trazer todos os ganhos que os esportes em geral oferecem, e contar com a vantagem de ser um grande meio de expressão, uma manifestação artística.

A dança é um dos veículos de comunicação mais antigos que o homem conhece, pois origina-se do movimento, que por sua vez é um dos elementos que caracterizam a vida. Por isso mesmo é uma lástima continuar privando meninos e rapazes de uma experiência tão pertinente à natureza humana. Quanto tempo vamos continuar pasmando ao ver nossos bebês, que mal conseguem ficar em pé ou falar, já ensaiando suas primeiras danças ao ouvirem algum ritmo, sem que percebamos o que está por detrás disso? Quanto tempo vamos continuar esperando que nossos garotos desaprendam a dançar? Balanchine disse: "balé é mulher". Béjart respondeu que a dança é masculina. Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar, balé não é mulher e dança não é só balé. Dançar é humano, demasiado humano.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Acidentes no percurso

Ai.... hoje o dia estava perfeito.
Minha primeira apresentação com A Companhia de Ballet Clássico da Roça do Fim do Mundo ( zuando gente!) e estava tudo um luxo.
Levamos aquela valsa de novo, e nos camarins estava tudo incrível. Bolos, tortas, salgadinhos, sanduiches, frutas, tudo dado pela prefeitura. Então fomos dançar.


Meoooool Delllls! Nunca vi tanta gente com
cara de bunda reunida em uma só plateia. A vamos lá. Cara de princesa metida, sorrisão estampado no rosto e vamos dançar para aqueles bostas.

Ai chegou na pior parte. Tem uma sequência de entelacé e uma das minhas colegas do corpo de baile
bateu com tudo durante o salto a ponta no meu osso do tornozelo. E, antes que vocês perguntem, eu não parei de dançar na ponta. É sério, eu nunca senti tanta dor dançando na vida. E foi só eu pisar na coxia que dei o maior berro da minha vida. E o povo me olhava tipo assim : Essa garota é doida? Dá pra ouvir da plateia!

Quer saber? Que se fodam esses otários todos.

E adivinhei só? Meu teste é sábado que vem! Nossa, é muita desgraça para uma noite só.

Por isso eu disse estava. No passado.

Mas e vocês? Já sofreram algum acidente durante o percurso?

Beijinhos ^^




PS: ain... meu tornozelo tá inchado e doendo muito. Tomara que não seja nada!

sábado, 24 de outubro de 2009

Companhia Russa em turnê pelo Brasil


A partir do dia 04 de novembro o Grand Moscow Classical Ballet fará uma série de apresentações pelo Brasil.
O grupo trará dois espetáculos: Don Quixote e A Bela Adormecida e passará por Porto Alegre, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasilia e São Paulo.

Porto Alegre - 4/11 - 21h
Espetáculo: A Bela Adormecida
Local: Teatro do Sesi. Endereço: Avenida Assis Brasil, nº 8.787
Telefone para informações: (51) 3347 8787 / Site: www.teatrodosesi.com.br

Juiz de Fora (MG) - 6/11 - 21h
Espetáculo: Dom Quixote
Local: Cine Teatro Central. Endereço: Calçadão da Rua Halfeld, Centro
Telefone para informações: (32) 3215-1400

Belo Horizonte (MG) - 7/11 - 21h
Espetáculo: Dom Quixote
Local: Palácio das Artes Endereço: Avenida Afonso Pena 1.537, Centro
Telefone para informações: (31) 3236-7371 / Site: http://www.fcs.mg.gov.br

Belo Horizonte (MG) - 8/11 - 19h
Espetáculo: A Bela Adormecida
Local: Palácio das Artes Endereço: Avenida Afonso Pena 1.537, Centro
Telefone para informações: (31) 3236-7371 / Site: http://www.fcs.mg.gov.br

Salvador (BA) - 10/11 - 21h
Espetáculo: Dom Quixote
Local: Teatro Castro Alves Endereço: Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande
Telefone para informações: (71) 3535-0600 / Site: http://www.tca.ba.gov.br/

Salvador (BA) - 11/11 - 21h
Espetáculo: Dom Quixote
Local: Teatro Castro Alves Endereço: Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande
Telefone para informações: (71) 3535-0600 / Site: http://www.tca.ba.gov.br/

Curitiba (PR) - 12/11 - 21h
Espetáculo: A Bela Adormecida
Local: Teatro Guaira Endereço: Rua XV de Novembro, 971
Telefone para informações: (41)3304-7900 / Site: http://www.tguaira.pr.gov.br/

Curitiba (PR) - 13/11 - 21h
Espetáculo: A Bela Adormecida
Local: Teatro Guaira Endereço: Rua XV de Novembro, 971
Telefone para informações: (41)3304-7900 / Site: http://www.tguaira.pr.gov.br/

Rio de Janeiro (RJ) - 14/11 - 21h
Espetáculo: Dom Quixote
Local: Citibank Hall Rio Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca
Telefone para informações: 0300 789 6846 / Site: http://www.citibankhall.com.br/

Rio de Janeiro (RJ) - 15/11 - 18h
Espetáculo: A Bela Adormecida
Local: Citibank Hall Rio Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca
Telefone para informações: 0300 789 6846 / Site: http://www.citibankhall.com.br/

Brasília (DF) - 18/11 - 21h
Espetáculo: Dom Quixote
Local: Teatro Nacional - Sala Villa Lobos Endereço: Setor Cultural Norte, via N2
Telefone para informações: (61) 3325-6239 / Site: http://www.sc.df.gov.br

São Paulo (SP) - 20/11 - 21h
Espetáculo: A Bela Adormecida
Local: Teatro Abril Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 Bela Vista
Telefone para informações: (11) 2144-5444 / Site: http://www.teatroabril.com.br

São Paulo (SP) - 21/11 - 21h
Espetáculo: A Bela Adormecida
Local: Teatro Abril Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 Bela Vista
Telefone para informações: (11) 2144-5444 / Site: http://www.teatroabril.com.br

São Paulo (SP) - 22/11 - 20h
Espetáculo: Dom Quixote
Local: Teatro Abril Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 Bela Vista
Telefone para informações: (11) 2144-5444 / Site: http://www.teatroabril.com.br

Quem vem no Palácio das Artes comigo?